Tabuletas de Argila

Antropocosmo – o homem enquanto expressão viva do todo

A visão antropocósmica nos convida a procurar em nós mesmos os princípios e fenômenos que existem fora de nós, pois em cada reino da natureza o homem
encontrará aquilo que é parte de seu próprio ser.

Os centros do corpo humano, onde estão localizadas as funções vitais, possuem estreita relação harmônica com toda a natureza exterior. O estudo desta relação é uma das chaves do conhecimento, pois com base na projeção do universo no corpo humano somos capazes de compreender o universo em seu todo.

Este sistema formou a base da Antiga Ciência Egípcia, que através do estudo das correspondências e analogias entre o macrocosmo e o microcosmo declarou o homem como um reflexo do sistema solar e estelar. Assim sendo os antigos sábios egípcios atribuíram um Neter (um Deus) ou seja, um princípio cósmico a cada parte do corpo humano.

Não há função no universo que não possa ser observada e reconhecida no ser humano – em seu céu interior, seja em seus aspectos constitutivos, fisiológicos, intelectivos ou psíquicos.

Da mesma forma como os elementos celestes, o homem também tem uma constelação e um firmamento. Assim como o céu existe de acordo com as suas qualidades por ele e para ele mesmo, assim também o homem aparece em seu interior constelado de astros. ” – Paracelso

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